Tabagismo


Hoje, vi uma propaganda afixada no muro da unidade de saúde básica que, dentre as recomendações para uma vida saudável constava: fumar menos. Achei interessante o fato da mudança do verbo parar tomando seu lugar o advérbio menos.
Provavelmente, poucas pessoas deixaram de fumar por conta das fotos nas caixas de cigarro ou por propagandas como esta, embora seja imprescindível lutar contra o tabagismo.
O que realmente, interessa, no meu ponto de vista, é a dificuldade em se deixar de fumar, a ponto de ser admissível sua diminuição para os efeitos benéficos à saúde.
O cigarro com o tempo torna-se um companheiro de todo o fumante, está com ele nas horas, felizes, tristes, moribundas e até agonizantes quando atrelados a um cilindro de oxigênio.
Seu prazer - a satisfação imediata, o alívio momentâneo do stress ou o prolongamento de uma situação prazerosa.
O problema - o vício, óbvio, mas como não viciar-se em algo ao qual meu cérebro já remete como fonte de prazer?
Já ouvi casos de quem tente parar aos poucos, por determinação, destes nem me lembro mais se pararam.
Outros ouvi, de pessoas que fazem tratamento farmacológico e decidem parar de fumar, com boas chances de êxito.
E existe aqueles que são foda! Que de um dia pro outro dizem ou pensam, sei lá! Não irei mais fumar! E zap! O cigarrro se foi.
O que é unânime que a abstinência é foda, mas passa, embora muitos ainda serão pegos de surpresa por sonhos em que aparecem fumando, senhores de seu livre arbítrio.

Existem muitas técnicas que ajudam a parar de fumar, interaja com a página e trago as novidades. 😉

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